Como se aposentar milionário
Reportagem de capa da revista época em 21/03/2008 - Edição nº 514
Os brasileiros já se deram conta de que precisam se planejar para ter tranquilidade no futuro. Eis as melhores formas de fazer isso
Nada disso faz sentido – trabalhar 15 horas por dia, controlar o orçamento doméstico, economizar cada centavo a mais que entra na conta-corrente –, se não der para sonhar com um futuro mais tranqüilo. Uma praia vazia com a areia branca e fofa sob os pés. Um chalé na montanha com a pessoa que você ama, ao lado da lareira ou numa caminhada em meio à natureza exuberante. Não apenas um refúgio para o fim de semana, mas sua moradia permanente... Continua
Os riscos da Bolsa a curto e médio prazos
Dinheiro é um meio de trocas. E isso é muito importante para o desenvolvimento de nossa sociedade.

MAURO HALFELD é professor, consultor
de investimentos, comentarista da rádio
CBN e escreve semanalmente em ÉPOCA.
Dinheiro é um meio de trocas. Com isso, os homens podem dedicar-se a poucas atividades, especializando-se naquelas em que são realmente competentes, sem preocupar-se com as demais. Uma dentista, por exemplo, após anos de estudo e de prática, oferece um importante serviço à sociedade. Entretanto, ela não mais terá tempo para levar seus filhos ao colégio. Assim, passa a utilizar os serviços de um motorista. Esse interessante meio de trocas foi muito importante para o incrível desenvolvimento de nossa sociedade... Continua
Meus comentários:
Venho afirmando que o INSS ainda é o que tem de melhor, e que estas "reportagens" desgastando-o, e fazendo apologia aos PGBL's/VGBL's da vida, são sob encomenda, tem os interessados nelas, são os grandes bancos e seguradoras. Se o produto desse povo fosse tão bom, eles ofereciam os mesmos benefícios do INSS e cobrava um preço menor, ou então, pelo mesmo preço da contribuição oferecia ao menos o sorteio de uma passagem para Aruba.
O Mauro Halfeld, jogou por terra essa ilusão de que se consegue facilmente rentabilidade real (descontado a inflação) superior a 6% ao ano, hoje tem sido fácil, mas no longo prazo "são outros 500", se fosse diferente os bancos não estaria propondo a troca dos FAPI's (planos com garantia de rentabilidade) por essas "coisas", que de previdência não tem praticamente nada nada, nem nas siglas PGBL's/VGBL's tem a palavra previdência, esse "P" não é de previdência é de Plano, sabe que Plano? Não é um plano diabólico, é um Plano Gerador, sabe de que? Não é um Plano Gerador de desgraça, é um Plano Gerador de Benefícios, agora o "Livre" eu ainda não entendi direito o que significa (segundo a Clarice Lispector "Livre é o estado daquele que tem liberdade. Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, que não há quem explique e ninguém que não entenda"), mas nesse caso eu acredito que seja Livre de compromisso de que isso vá resolver seu problema de aposentadoria "não há rentabilidade mínima garantida. Os administradores fazem apenas projeções, sem nenhum compromisso adicional (...), ou seja, o resultado é pouco previsível".
O "V" do VGBL é V de vida, a grande diferença entre ambos é a forma de tributação, que você precisa ficar atento, pois pode se transformar em mais mais uma armadilha.
Recomendo que leiam as duas matérias acima e compare o que o que dizem os "especialistas" em vender PGBL/VGBL e o que diz Mauro Halfeld, especialista em finanças,
Vejam também o que ele diz sobre o INSS na Época desta semana (edição nº 518 pag.118).
Vejam ainda o que diz Dan Ariely sobre racionalidade e previdência na mesma revista (Época edição nº 518 pag.100).
jesusprevidencia@hotmail.com